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Áreas Curriculares não Disciplinares PDF Imprimir e-mail
Diana Malhão - 10ºB   
14-Jan-2010
As horas do nosso (des)contentamento(II)
 Diana Malhão
Horários alargados, intervalos reduzidos ou aumentados, disciplinas eliminadas e outras acrescentadas, programas alterados, métodos de aprendizagem dinamizados, inserção tecnológica aprovada... Aprendemos, gradualmente, a adaptar-nos a todo um conjunto de modificações que, de uma forma ou de outra, acabaram por marcar diferença no meio educacional, principalmente por terem constituído uma forte modificação na rotina de alunos e professores.
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Áreas Curriculares não Disciplinares PDF Imprimir e-mail
Joana Teixeira - 10ºB   
14-Jan-2010
 As horas do nosso (des)contentamento(I)
 Joana Teixeira
Há uns anos deparámo-nos com o aparecimento de novas áreas curriculares não disciplinares que vieram aumentar a nossa carga horária: Área de Projecto, Formação Cívica e Estudo Acompanhado.
Estas são utilizadas para fins diversos: o tempo atribuído ao Estudo Acompanhado deve ser utilizado pelas escolas para apoio aos projectos em curso, como o desenvolvimento do Plano de Matemática, apoio aos alunos com Português língua não materna; realização de actividades no âmbito dos planos de recuperação, de desenvolvimento e de acompanhamento dos alunos, entre outros. Pode também ser utilizado por disciplinas como a Língua Portuguesa e a Matemática, onde integra modalidades diversas.
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Clonagem - o homem a brincar aos deuses PDF Imprimir e-mail
Ana Beatriz e Diana Malhão - 9ºB   
25-Jul-2009
Contribuir para a saúde de toda a população, clonando células estaminais com vista a curar doenças era o principalImagem Activa objectivo dos cientistas, quando descobriram um novo processo científico. A clonagem foi desenvolvida cuidadosamente e experimentada em animais; desta forma, quando muitos dos dados da investigação e das experiências foram divulgados em locais de livre acesso a todo o mundo, apareceram novas esperanças demasiado ambiciosas, como clonar humanos.
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Clonagem - a evolução necessária PDF Imprimir e-mail
Ana Catarina e Rita Teixeira - 9ºB   
16-Abr-2009
Imagem ActivaQuando falamos da clonagem toda a gente pensa em pessoas iguais ou gémeos. No entanto, a clonagem não é apenas clonar pessoas. É muito mais do que isso, é salvar vidas, é ajudar o ser humano, é melhorar o nosso mundo. Esta nova forma artificial de produzir seres vivos é controversa. Algumas pessoas apoiam a clonagem, outras acham-na um absurdo, outras ainda são renitentes, mas admitem que se possa recorrer a ela para atingir determinados objectivos específicos para bem da humanidade.
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Prós e Contras da Ordenação das Escolas PDF Imprimir e-mail
Adriana Pires (8ºB) e Joana Teixeira (9ºB)   
24-Nov-2008
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Transgénicos PDF Imprimir e-mail
Outra Presença   
10-Nov-2007

Organismo Geneticamente Modificado (OGM): ser vivo em cujo genoma foi inserido ADN de outra espécie (o gene estranho designa-se transgene). A manipulação genética é uma área de investigação de ponta e oferece, sem dúvida, possibilidades exaltantes para o bem-estar da Humanidade (terapia genética, fabricação de tecidos biológicos) mas está longe de ser consensual.

Terá o homem o direito de modificar seres vivos? Será essa modificação essencial à sobrevivência humana?

Dois alunos, dois pontos de vista.

 
Dizer NÃO aos transgénicos PDF Imprimir e-mail
Joana Teixeira - 8ºB   
10-Nov-2007

Os riscos ligados aos produtos geneticamente manipulados são de três ordens: saúde, ambiente e agricultura. Os riscos para a saúde são claros: se estamos a introduzir ADN bacteriano num tomate, como saber que este não vai produzir toxinas? Uma pessoa com alergia a morangos ao comer inocentemente uma cenoura pode estar a mastigar proteínas às quais é alérgica.

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Transgénicos - dádiva da ciência PDF Imprimir e-mail
Guilherme Sá Pires - 11ºA   
10-Nov-2007

Há uns tempos assistimos a uma vaga de assaltos, realizados por uma organização ambientalista denominada “Verde Eufémia”, a uma quinta de um pobre agricultor. Essa quinta possuía um hectare cultivado de milho transgénico, por vezes denominado OGM, ou seja Organismo Geneticamente Modificado.

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Defender a vida PDF Imprimir e-mail
Margarida Carmona   
10-Jan-2007

O objectivo destas linhas não se prende com qualquer tentativa de influência política, qualquer tentativa de imposição ideológica ou qualquer convencimento para o voto no dia 11 de Fevereiro. Felizmente, cada um tem o direito a ter e manifestar a sua opinião (vivemos num Estado que apela, ainda que com algumas limitações, à democracia). É a esse voto livre, consciente e responsável que aqui se apela, sendo um dever e um direito da cidadania. Neste sentido, pretende-se suscitar a reflexão e informação, para que, cada um, votante ou não-votante, construa, segundo os seus valores, uma opinião com qual se identifique.Ao debruçarmo-nos sobre tão delicado tema e tentando ultrapassar a etapa da formação de opinião, deparamo-nos com conflitos morais pessoais, o que torna difícil essa paz de ideias interior. Decidir qual dos pólos do binómio mãe-criança tem mais valor é uma tarefa verdadeiramente conflituosa. Aqui, vemos a ideia tradicional de união familiar deteriorar-se, o que não é uma visão nada fácil de aceitar, aos olhos da sensibilidade e harmonia.

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Um Direito da Mulher PDF Imprimir e-mail
Rita Fernandes   
10-Jan-2007
Ao longo de décadas, a despenalização do aborto tem sido um tema bastante debatido e sobre o qual já muitos se pronunciaram.
Não se trata de uma questão fácil de debater, uma vez que esta coloca frente a frente questões relacionadas com os valores culturais que herdámos do país em que habitamos e dos nossos antepassados mais próximos e, simultaneamente, com as circunstâncias que nos rodeiam, com a realidade tão dura e cruel que temos de enfrentar todos os dias.
Devemos, contudo, olhar para nós e para a sociedade em que nos inserimos e perceber que nos encontramos em pleno século XXI e, assim, abrirmos um pouco as nossas mentes e mudarmos mentalidades, para sermos capazes de encarar questões desta índole, libertos de tabus, sem nos chocarmos e sem sermos indiferentes. É com vontade e determinação que esta questão deve ser encarada para os problemas com ela relacionados poderem ser resolvidos.
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Interrupção Voluntária da Gravidez PDF Imprimir e-mail
Outra Presença   
10-Jan-2007

Actualmente, a legislação portuguesa declara que a IVG é permitida quando efectuada por médico, ou sob a sua direcção, em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente reconhecido e com o consentimento da mulher grávida, nas seguintes situações, previstas no art. 142.º do Código Penal:
- perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida e for realizada nas primeiras 12 semanas (3meses) da gravidez;
- se preveja que a criança venha a sofrer, de forma incurável, de grave doença ou malformação congénita, e for realizada nas primeiras 24 semanas (6 meses) de gravidez, comprovadas ecograficamente ou por outro meio adequado de acordo com as leges artis;
- quando se tratem de fetos inviáveis, caso em que a interrupção poderá ser praticada a todo o tempo;
- quando a gravidez tenha resultado de crime contra a liberdade e autodeterminação sexual e a interrupção for realizada nas primeiras 16 semanas (4meses). Ainda assim, e porque o aborto é considerado crime contra a vida intra-uterina (art. 140.º do Código Penal Português), a verificação das circunstâncias que tornam não punível a interrupção da gravidez terá, obrigatoriamente, de ser certificada em atestado médico, escrito e assinado antes da interrupção ser realizada.Este tema constitui-se, de facto, como um dos dilemas morais mais controversos de algumas sociedades, sendo que o seu debate se acende precisamente por se centrar em questões éticas fundamentais para as quais não existem soluções fáceis. Podemos estabelecer, de uma forma superficial e sem intenção de excluir qualquer outra opinião, dois pólos opinativos: os “pró-vida” e os “pró-escolha”. Os primeiros apelam a que o aborto, equiparado a um assassinato, é sempre errado, salvo situações extremas, sendo que as questões éticas se encontram, sobretudo, subordinadas ao valor atribuído à vida humana. Enquanto que, os segundos, defendem o controlo da mulher sobre o seu corpo e o seu próprio direito a uma vida condigna. Contemporaneamente e ao inverso de anteriores períodos históricos, tem-se atribuído um maior valor à vida humana. Não será, portanto, difícil notar que esse mesmo valor ético comum – a vida – é dualmente partilhado, ainda que profundamente, por ambos os pólos, contudo, observado e compreendido sob diferentes perspectivas: um valoriza os interesses da criança e outro os interesses da mulher, respectivamente. Para Ronald Dworkin (1993), um importante teórico social e do direito, a solução para tão polémico tema poderia centrar-se aqui mesmo nesta encoberta partilha, defendendo que quando os dois lados acabarem por perceber que partilham um valor ético comum, poderá ser possível um diálogo muito mais construtivo.
Contudo, um entendimento pacífico nesta temática está longe de se tornar uma realidade. As opiniões soam e rebatem vindas de todas as frentes, defendidas veemente sem ser dada e oportunidade de cedência. Este facto não é, de todo, incompreensível, uma vez que a discussão implica valores, a nível teórico, e a realidade dura e vivida, a um nível prático. São os prós e os contras de um tema polémico, controverso, mas inadiável, como os textos destas duas alunas espelham

 
Interrupção Voluntária da Gravidez PDF Imprimir e-mail
OP   
05-Jan-2007

Um tema

Duas Vozes 

 

Actualmente, a legislação portuguesa declara que a IVG é permitida quando efectuada por médico, ou sob a sua direcção, em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente reconhecido e com o consentimento da mulher grávida, nas seguintes situações, previstas no art. 142.º do Código Penal:
- perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida e for realizada nas primeiras 12 semanas (3meses) da gravidez;
- se preveja que a criança venha a sofrer, de forma incurável, de grave doença ou malformação congénita, e for realizada nas primeiras 24 semanas (6 meses) de gravidez, comprovadas ecograficamente ou por outro meio adequado de acordo com as leges artis;
- quando se tratem de fetos inviáveis, caso em que a interrupção poderá ser praticada a todo o tempo;
- quando a gravidez tenha resultado de crime contra a liberdade e autodeterminação sexual e a interrupção for realizada nas primeiras 16 semanas (4meses). Ainda assim, e porque o aborto é considerado crime contra a vida intra-uterina (art. 140.º do Código Penal Português), a verificação das circunstâncias que tornam não punível a interrupção da gravidez terá, obrigatoriamente, de ser certificada em atestado médico, escrito e assinado antes da interrupção ser realizada.Este tema constitui-se, de facto, como um dos dilemas morais mais controversos de algumas sociedades, sendo que o seu debate se acende precisamente por se centrar em questões éticas fundamentais para as quais não existem soluções fáceis. Podemos estabelecer, de uma forma superficial e sem intenção de excluir qualquer outra opinião, dois pólos opinativos: os “pró-vida” e os “pró-escolha”. Os primeiros apelam a que o aborto, equiparado a um assassinato, é sempre errado, salvo situações extremas, sendo que as questões éticas se encontram, sobretudo, subordinadas ao valor atribuído à vida humana. Enquanto que, os segundos, defendem o controlo da mulher sobre o seu corpo e o seu próprio direito a uma vida condigna. Contemporaneamente e ao inverso de anteriores períodos históricos, tem-se atribuído um maior valor à vida humana. Não será, portanto, difícil notar que esse mesmo valor ético comum – a vida – é dualmente partilhado, ainda que profundamente, por ambos os pólos, contudo, observado e compreendido sob diferentes perspectivas: um valoriza os interesses da criança e outro os interesses da mulher, respectivamente. Para Ronald Dworkin (1993), um importante teórico social e do direito, a solução para tão polémico tema poderia centrar-se aqui mesmo nesta encoberta partilha, defendendo que quando os dois lados acabarem por perceber que partilham um valor ético comum, poderá ser possível um diálogo muito mais construtivo.
Contudo, um entendimento pacífico nesta temática está longe de se tornar uma realidade. As opiniões soam e rebatem vindas de todas as frentes, defendidas veemente sem ser dada e oportunidade de cedência. Este facto não é, de todo, incompreensível, uma vez que a discussão implica valores, a nível teórico, e a realidade dura e vivida, a um nível prático. São os prós e os contras de um tema polémico, controverso, mas inadiável, como os textos destas duas alunas, a seguir transcritos, espelham. 
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