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...tentaríamos dinamizar a Avenida João da Cruz, visto que, além de ser um sítio bastante movimentado e conhecido, é dos sítios mais bonitos de Bragança. Se tivermos uma visão geral desta zona, vemos que não é uniforme e há ainda alguns espaços desabitados e abandonados. Tem algo a ver com o gosto arquitectónico de cada um, mas estamos a falar de um sítio que pode, eventualmente, ser um dos pontos fortes da nossa cidade, se for bem pensado e dinamizado. Por que não alterar as fachadas das casas, tentando uniformizar parcialmente a Avenida? Outro dos pontos que poderiam ser alterados seria a mudança dos paralelos da estrada para alcatrão, permitindo assim a melhor circulação de automóveis. A intervenção que deveria ser feita, baseia-se no melhoramento da circulação do cidadão e também na modernização que as casas e edifícios existentes passariam a ter. Bragança precisa de ganhar vida outra vez, para que não caia no esquecimento da população portuguesa, que é o que vemos que está a acontecer cada vez mais rapidamente. Mariana Padrão e Mariana Lopes, 8ºA  Juntamente com a Avenida João da Cruz, também a Praça Cavaleiro de Ferreira é um grande ponto de referência quer para os habitantes quer para os turistas. Com o passar do tempo, este espaço está a ficar gasto e requer algumas considerações para que continue a ser agradável e cativante. Um alargamento dos espaços verdes seria bem pensado, não deixando de parte a fonte, que é um monumento histórico da nossa cidade. Uma esplanada. Este espaço precisa de uma esplanada permanente para que todas as pessoas que por aqui passam possam ficar agradavelmente instaladas. Está muito bem localizado, visto que fica no centro da cidade, perto das escolas secundárias e também de grande parte dos pontos de emprego. Esta esplanada deveria funcionar sempre e ser um dos pontos de encontro dos brigantinos, que poderiam tomar café, fazer refeições rápidas, assistir a espectáculos... Mariana Padrão e Mariana Lopes, 7ºA  ...subsidiava o restauro das habitações da parte histórica da cidade e diminuia o imposto municipal relativo às habitações situadas no centro, incentivando os jovens casais ao arrendamento nestas zonas. Atribuiria, ainda, um lugar de estacionamento gratuito por habitação. Mais gente no centro tornaria a cidade mais atractiva, mais segura, mais nossa. Carina Fernandes, 11ºB  ... a diversão ganharia vida. Como se pode verificar, na zona de Bragança, a diversão não é muito significativa nem variada. Penso que a dinamização de um espaço para diversões, inexistente até agora, seria uma boa solução para atrair mais pessoas à nossa cidade. Desde sempre, só houve em Bragança salões de jogos que, com o tempo, foram fechando. As diversões que temos são sobretudo exteriores e pouco consistentes. Seria necessário criar um espaço com várias diversões como bowling, uma pista de gelo, um novo campo de ténis, que despertaria o interesse da população, da cidade e arredores, incentivaria ao conhecimento deste tipo de entretenimento e daria mais movimento e alegria à cidade. A diversão tornar-se-ia mais presente no nosso dia-a-dia. Também a zona do Castelo, onde já existe um Museu, deveria ser alvo de um projecto de requalificação ao nível do lazer e entretenimento, uma espécie de “requalificação do lazer e dos hábitos de convívio”. Se eu tivesse poder, Bragança tornar-se-ia mais “extrovertida” e não o “fim do mundo” que toda a gente diz ser. Ana Beatriz Delgado, 10ºB  ...devolvia à sala de Actos do T. M. a vida que merece e que justificou a sua criação. A sala de actos tem uma localização magnífica com uma excelente vista para o castelo e com a possibilidade de estar estreitamente ligada a grandes esplanadas. Um espaço amplo com múltiplas possibilidades pela estrutura e dimensão, pelo fácil acesso ao terraço superior, pela régie e espaço de cozinha que a integram seria uma mais-valia para o Teatro Municipal, compensando a ausência de um pequeno auditório e possibilitando a existência de espectáculos mais intimistas. Os materiais nobres, a vista magnífica e o significado do espaço poderiam dar a Bragança aquilo que ela ainda não tem: a possibilidade de conviver de perto com a música, o teatro, a dança de uma forma descontraída. Poderia dar-lhe também aquilo que ela já não tem: um local de confluência das várias artérias e gerações da cidade. A sala de actos tem tudo para ser Aquele Sítio.  ... mudaria algumas coisas na Biblioteca Municipal de Bragança. Em primeiro lugar, construiria um bar, pois actualmente apenas existe um distribuidor de bebidas quentes e frias e acho que um bar seria importante para quem passa lá a tarde. Também arranjaria mais mesas pois, na verdade, muitas vezes uma pessoa vai lá para trabalhar e estão ocupadas tendo de se dirigir para o espaço infantil ou fazer o trabalho noutro lado. Deviam organizar também mais actividades como saraus de poesia, encontros com escritores, encontro de leitores. Deviam também divulgar mais o que a biblioteca municipal de Bragança tem para oferecer às pessoas. Se eu tivesse poder, abriria a BM ao fim-de-semana. Nestes dias as pessoas estão mais disponíveis para passear, requisitar livros... Era isso que eu mudaria na biblioteca municipal de Bragança. Vitor Minhoto, 9ºB  ...manteríamos a excelente sinalética que caracteriza a cidade e que foi verdadeiramente uma conquista da última década. Um visitante hoje não se perde na cidade nem demora muito tempo a encontrar os locais que procura. E não é por a cidade de pequena, mas porque a existência dos espaços e a direcção que deve ser seguida está claramente indicada nas variadas placas distribuídas pela cidade. Claro que o tamanho de algumas parece excessivo face à dimensão da cidade, mas é claramente preferível à ausência que ainda caracteriza muitas cidades portuguesas.  Há uns anos a nossa cidade foi escolhida para o programa POLIS, este programa tinha como finalidade melhorar a vida das cidades. As obras de requalificação foram trabalhosas e demoradas. Após algum tempo de trabalho apareceu então o Polis. Este novo espaço brigantino fsurgiu como local de lazer para Bragança. Com o passar do tempo a sua adesão diminuiu, o rio ficou sujo e as águas com um ar pouco saudável. Este espaço foi alvo de vandalismo e destruição. Se pudesse gostava de dinamizar este espaço, torná-lo um sitio onde as pessoas gostassem de ir e onde gostassem de estar. O polis deveria ser um local de convívio para os adultos, de diversão para as crianças e de lazer para os jovens. No Verão podia ter mais actividades que envolvessem o rio e actividades divertidas como canoagem e bicicletas de água. Podia ter um pequeno bar ou restaurante que estivesse aberto durante todo o ano, de maneira a levar mais gente para o polis e povoá-lo também à noite. Cumprindo o slogan deste programa, devíamos “Viver as cidades”. Adriana Pires, 9ºB
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