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O Homem e a Terra
Vegetarianismo e Veganismo PDF Imprimir e-mail
Carina Fernandes, 11ºA   
19-Mai-2010
Muita gente não percebe a diferença que existe entre Vegetarianismo e ser Veganismo, mas esta é monumental.

Um vegetariano é assim denominado por causa da sua dieta, isto é, não ingere qualquer tipo de carne. As razões para a adopção de uma dieta vegetariana vão desde não gostar de comer carne até questões meramente religiosas não tendo necessariamente a ver com direitos animais. O Vegetarianismo não passa de um regime alimentar mas o Veganismo vai muito para além disso, é uma filosofia de vida de não-exploração animal. Um vegan (em português vegano) procura defender os direitos dos animais considerando que estes não existem para alimentar os humanos.  Não só se alimentam de uma dieta 100% vegetal como também evitam utilizar no seu vestuário produtos animais como couro, lã e seda. Os veganos boicotam qualquer actividade que se possa considerar de exploração animal como circos com animais, jardins zoológicos, “desportos” como caça e pesca e não utilizam produtos testados em animais.
Apesar de todos os benefícios físicos e morais que estes regimes possam trazer, deve haver alguma preocupação em relação a algumas vitaminas como a B12, que não existe em nenhum alimento de origem vegetal de forma utilizável pelos humanos, cálcio e ómega 3 que são muitos importantes para o funcionamento do corpo humano.
 
Energias verdes, as energias do século XXI PDF Imprimir e-mail
Berta e Clara Gonçalves   
18-Mai-2010
O dia está escuro, o ambiente pesado, as pessoas são obrigadas a usar máscaras e fatos estranhos e os seres vivos que restam sofrem mutações a cada dia que passa… este pode ser um dia normal no futuro do nosso planeta. As energias verdes são uma oportunidade de mudar, é nossa obrigação agarrá-la antes que seja tarde de mais.
Se o século XX avançou a energias poluentes ou sujas, como o petróleo, o gás ou o carvão, o século  XXI abre as portas às energias verdes.
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Agricultura biológica PDF Imprimir e-mail
Joana Teixeira - 10ºB   
06-Mai-2010
A agricultura Biológica também conhecida como “agricultura orgânica”, “agricultura ecológica” ou “agricultura natural” é um sistema de produção holístico, que visa promover e melhorar a saúde do ecossistema agrícola, ao favorecer a biodiversidade, os ciclos biológicos e a actividade biológica do solo. Este sistema privilegia o uso de boas práticas de gestão da exploração agrícola, em detrimento do recurso a factores externos. Isto é, recorre sempre que possível, ao uso de métodos culturais, biológicos e mecânicos ao invés da utilização de materiais sintéticos. Caracteriza-se por ter uma base ecológica, sustentável e socialmente responsável.  
Podemos encontrar diversas razões para o consumo de produtos biológicos: o valor nutritivo, o sabor e a certificação destes, a preservação da biodiversidade, a harmonia e o respeito pela agricultura, a garantia de saúde, a revitalização de comunidades rurais, a protecção da água pura, a prática de Educação Ambiental e a criação de postos de emprego. Também em Portugal a prática de agricultura biológica aumentou consideravelmente desde 1993, visto que houve um aumento da área de produção biológica e do número de operadores certificados neste sistema de produção.
Concluindo, todas as medidas de precaução, todo o sistema de controlo efectuado ao longo da fileira produtiva e de todo o trabalho de certificação destes produtos, garante ao consumidor que os produtos foram produzidos em conformidade com as regras de produção em modo biológico e, portanto, atesta a sua qualidade.
 
Olhos Verdes PDF Imprimir e-mail
Adriana Pires, 9ºB   
17-Mai-2010
A cor de olhos verdes é a cor mais rara de olhos, apenas cerca de 1-2% da população mundial possui verdadeiros olhos verdes.
Os olhos verdes são mais encontrados em pessoas de origem Celta, Germânica, e Eslava. Os Húngaros têm a maior percentagem de olhos verdes entre todas as populações, cerca de 20%.
Os olhos verdes também são encontrados, apesar de que em proporções baixas, em populações do Oriente Médio ao centro e sul da Ásia. E eles são tão comuns entre os Pashtuns que no Paquistão, Pashtuns são frequentemente chamados "Hare Ankheian Vaale": o povo dos olhos verdes.
A determinação genética da cor de olhos é complexa pois envolve vários genes e interacções entre, mas simplificadamente pode ser explicada assim:
 Para poder ter olhos azuis é necessário que na informação genética o indivíduo em causa tenha dois genes recessivos (aa), ou seja tenha recebido um dos genes do pai e o outro da mãe.
Se o indivíduo tiver recebido de um dos progenitores o alelo (A) e do outro o gene alelo(a) a sua informação genética, para a cor dos olhos será (Aa) terá então olhos castanhos pois o gene dominante (A), que determina que a cor dos olhos seja castanha, impede a expressão do gene alelo (a). Por este motivo a cor de olhos mais comum é a cor castanha.
Os olhos verdes possuem menos melanina que os castanhos, mas mais que os azuis e cinzas.
 
BD Verde PDF Imprimir e-mail
Rita Teixeira, 10ºB   
11-Mai-2010
O que é que Hulk, Lanterna Verde, Shrek e Fiona têm em comum?
São personagens da Banda Desenhada e  são  verdes.
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A jóia Verde do Nordeste PDF Imprimir e-mail
Paula Minhoto   
17-Mai-2010
No dia cinco de Maio decorreu na biblioteca uma acção organizada pelo Centro de Formação de Escolas Bragança Norte com a presença de  António Morais, que compreendeu várias etapas: o enquadramento legal da criação do PARQUE NATURAL DE MONTESINHO o visionamento de um filme e um debate sobre a situação actual do PNM, as actividades desenvolvidas e os principais problemas que enfrenta.
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O pigmento Verde PDF Imprimir e-mail
Carolina Pires - 7ºC   
19-Mai-2010
Porque é que as plantas são verdes?

O que origina a cor verde à maioria dos vegetais são pigmentos presentes nas membranas internas dos cloroplastos denominados clorofilas. Isto acontece porque estes pigmentos, de todos os componentes da luz branca, absorvem luz principalmente nos comprimentos de onda azul, violeta, vermelho e reflectem a luz verde que chega aos nossos olhos e por isso nós vemos as plantas verdes. Além da clorofila as plantas têm outros pigmentos fotossintéticos que, como reflectem comprimentos de luz diferentes, têm outras cores ex: os carotenóides reflectem luz da zona do vermelho-laranja e por isso é que as cenouras são cor de laranja.
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Biodiversidade PDF Imprimir e-mail
Verónica Podence - 10ºB   
12-Mai-2010
A chuva cai sobre os panos de cetim que têm encoberto grande parte dos erros da cidadania e, por entre reflexões e ideias perdidas, dou comigo a pensar na importância que, de facto, tem a celebração do ano da Biodiversidade.
Antes de mais, e sabendo que o termo “biodiversidade” remete para a diversidade de espécies, é fundamental que se faça uma consciencialização em relação aos comportamentos do homem até aos presentes dias.
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A relevância da biodiversidade PDF Imprimir e-mail
Jorge Paiva ( biólogo no Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra)   
06-Abr-2010
Qualquer pessoa sabe que precisa de comer para viver e crescer e que a comida é constituída por material biológico (vegetal, animal ou de outros organismos).
Também toda a gente sabe que qualquer motor para trabalhar precisa de um combustível que, através de reacções químicas exotérmicas (combustão) liberta calor (energia) suficiente para que o motor funcione. Os carburantes (gasolina, gasóleo, álcool, gás, etc.) são compostos orgânicos com Carbono (C), Hidrogénio (H2) e Oxigénio (O2). O combustível que não é consumido, por não ter utilidade na produção de energia (calor), é expelido pelos tubos de escape, sendo até poluente.
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Alterações Climáticas PDF Imprimir e-mail
Manuel Trindade   
11-Dez-2009
Palestra_ambiente_09
No passado dia 23 de Novembro decorreu, na biblioteca da Escola, uma palestra sobre alterações climáticas lavada a cabo pela área disciplinar de Geografia e dinamizada pelo Prof. Doutor Luís Costa. A actividade foi acompanhada pelos alunos do oitavo e do décimo anos, de Geografia, além de alguns colegas que nos honraram com a sua presença.
 
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Ecoturma PDF Imprimir e-mail
OP   
02-Abr-2008

Cada ser vivo necessita de uma determinada área do espaço natural produtivo para garantir a sua sobrevivência no ecossistema. Tal como todas as outras espécies, o Homem depende da existência de alimentos, de um fluxo constante de energia, bem como da capacidade do meio para absorver os resíduos produzidos durante as suas actividades, de modo que estes não constituam uma ameaça ao seu bem-estar. Apareceu, então, o conceito de pegada ecológica. Calcula a tua em www.myfootprint.org

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Campanha de recolha de óleos alimentares usados PDF Imprimir e-mail
Alunos de Química - 12ºA/B   
12-Mai-2009
Habitualmente os óleos alimentares usados são lançados no esgoto ou colocados no lixo, provocando a poluição das águas e dos solos. Uma alternativa promissora passa pela reciclagem de óleos alimentares queimados. Trata-se da produção do chamado biodiesel, um combustível semelhante ao gasóleo.
Os alunos de Química 12º ano e do Clube Ciência Viva deixam aqui um alerta para a necessidade de colocar os óleos resultantes de utilizações domésticas em reservatórios destinados à sua recolha para posterior transformação em biodiesel.
Os “Oleões” encontram-se no Bar dos alunos e na sala de professores à espera do óleo usado em tua casa. Colabora!...
Convidamos-te a transformar um desperdício em energia.
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7ºB, na corrida ao título PDF Imprimir e-mail
Luisa   
30-Mar-2008
Pegada: 3,6
Planeta: 2,3
De felicitar o bom desempenho do Luís, do Flávio e do Vítor, que actuam de forma muito "verde". 
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Sabes qual a tua pegada ecológica?

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 Visita  http://www.myfootprint.org/ e calcula a tua pegada.

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