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A escola mudou. Estava em transformação e assistia preocupada ao avanço da epidemia no mundo e em Portugal. De repente, as portas fecharam-se, os alunos foram para casa e a escola reinventou-se. 

O que mudou nas suas vidas? Como analisam a situação?

O Outra Presença pediu aos alunos que refletissem sobre este momento e que partilhassem com os leitores as suas ideias sobre o mesma. Uns olharam para a cidade e assistiram às ações que nela eram realizadas para travar a epidemia. Outros fixaram o olhar nas paredes de sua casa e nos seus dias. Outros dedicaram as suas reflexões ao ser humano e às mudanças que isto trouxe e trará à sua vida e ao modo com o se relaciona com o mundo.

Os textos desta secção são o resultado dessa reflexão e um retrato da juventude inquieta que assistiu pela primeira vez na sua vida a uma epidemia que lhes virou a vida do avesso. 

Há já bom tempo que o malfadado bichinho nos prendeu a todos com algo muito mais torturante e aterrador que qualquer escola ou trabalho: as nossas famílias. Segundo os resultados de um inquérito do Observatório de Políticas de Educação e Formação, quase dois terços dos alunos em quarentena querem regressar à escola. Sendo eu um desses alunos que já sente a falta dessa camaradagem estudantil e do simples facto de poder estar numa sala infestada de gente sem a possibilidade de ir desta para melhor, aqui está o resultado de demasiado tempo livre: um testemunho para a civilização futura ou para a anarquia que daqui resultar. Das duas venha o vírus e escolha.

Tal como muitas cidades e municípios em Portugal e mesmo a nível mundial, também o Município de Bragança implementou medidas no intuito de controlar a propagação da situação epidemiológica da COVID-19, bem como no campo da prevenção.

Assim sendo, no âmbito da ativação do Plano Municipal de Emergência da Proteção Civil de Bragança e com a tendência de crescimento da situação epidemiológica da COVID-19, teve início no dia 19 de março, uma ação de prevenção levada a cabo pela Câmara Municipal, que consistia na higienização e desinfeção das ruas e espaços pública da cidade, com viaturas preparadas para o efeito.

Em tempos difíceis, por vezes temos de nos confrontar com crises sanitárias, económicas e pessoais, porém a força de espírito e a resiliência são armas de valor incalculável para enfrentar e superar todas as vicissitudes.

 

 

Recentemente, o nosso planeta tem vindo a viver uma situação jamais antes vivenciada: a pandemia criada pelo Corona Vírus, a Covid-19. Desta forma, deste que este pequeno vírus se propagou por todo o mundo, os nossos hábitos, as nossas rotinas e a nossa forma de estar com as pessoas mudou radicalmente.

 A pintura feita numa porta velha pela artista de rua por Emmalene Blake captou a minha atenção, já que, para além de ser constituído por cores vibrantes como o amarelo e o azul escuro, representa bastante bem o que estamos a viver neste momento devido à Covid-19 e como os médicos e enfermeiros são fundamentais nesta luta. 

Os dias de hoje são, indiscutivelmente, marcados pela pandemia de Coronavirus que afetou a humanidade e fez parar inúmeros setores laborais no mundo inteiro.  Assim sendo, mais do que nunca, é necessário ter resiliência e força de vontade para enfrentar as dificuldades atuais e que não parecem ter fim à vista. Nesse sentido, nestes tempos adversos, para além da resiliência, é necessário ter capacidade de adaptação à realidade, na medida em que várias pessoas tiveram enormes cortes salariais e muitas outras tiveram de ser despedidas.

 Nos finais de abril de 2020, o governo português tomou medidas com o objetivo de terminar de forma gradual o confinamento e isolamento social que tinha estado presente no país nas semanas anteriores, sendo a principal razão deste decreto a diminuição de casos de COVID-19. Apesar disso, o fim do estado de emergência e a consequente ação do governo poderá ter sido executada mais cedo do que deveria ser.

Bragança, 9 de maio de 2020

Como bem sabes, ainda me encontro fechada em casa em quarentena, devido  à grande pandemia que está a “consumir” Portugal e o mundo inteiro.

No presente, o mundo está a atravessar uma crise sanitária, económica e pessoal causada pela Covid-19. Face à imprevisibilidade da pandemia e de todas as suas consequências, a humanidade tem lidado com obstáculos diários que só são possíveis de transpor recorrendo aos valores dos indivíduos.

Assim, a “peste negra” dos nossos tempos tem causado em todos um sentimento de angústia e vulnerabilidade, inerente à condição humana. No entanto, também faz parte da essência do Homem a sua consciência individual e coletiva; logo, para salvaguardar o bem comum a quarentena foi imposta com naturalidade.

Os portugueses, assim como o restante mundo, têm enfrentado uma situação muito difícil devido à recente pandemia denominada de “Covid-19”. O isolamento vivido por várias famílias e amigos pode provocar saudade e tristeza, mas é claramente necessário. Caso a população não se disponibilizasse a realizar uma “quarentena” voluntária, o vírus em questão poderia tomar piores proporções que as atuais. Inicialmente, o povo português demorou um pouco a aderir ao confinamento, agora, este tende a sair do mesmo prematuramente. O regresso às aulas presenciais em maio é um possível exemplo desse “desconfinamento” prematuro e eu penso que este deveria ser adiado.

Bragança, 9 de maio de 2020

 Há já alguns anos que o mundo parou. Assim o percebo, o tempo, esse elástico personagem que contrai e estica indefinidamente na cabeça de cada um. Há também alguns anos que o mundo é feito de vidro, se bem que a barreira é facilmente ultrapassável pela simples vontade de respirar um ar menos abafado.

Em tempos difíceis, nos quais temos de nos confrontar com crises sanitárias, económicas e pessoais, a força de espírito e a resiliência são armas de valor incalculável para enfrentar e superar todas as vicissitudes. Em tempos como estes em que vivemos hoje em dia, é imperativo que, observando o porvir como algo incerto, indefinido e indeterminável, utilizemos as nossas capacidades intrínsecas de sobrevivência e adotemos uma calma estoica, de modo a superar todos os revés que o presente nos impõe e o futuro nos reserva.

O sucesso do combate ao Covid-19 passa, em grande parte, pela adoção de estratégias de distanciamento social e isolamento preventivo ou de quarentena de uma parte significativa da população. Implementar esta estratégia pressupõe, entre outras, a adoção de soluções de teletrabalho, o recurso ao comércio eletrónico, ao ensino à distância, a comunicação e interação social através de meios digitais (redes sociais, videochamadas, ...) e, em geral, uma maior utilização de serviços digitais. 

Atualmente, o mundo enfrenta uma situação complicada que requer a atenção de todos nós, pois só se irá resolver se nos unirmos todos e, assim, enfrentarmos o perigo. É do coronavírus que falo, um vírus facilmente transmissível e perigoso. Este vírus gerou um forte impacto na sociedade, pois os receios aumentam, as expectativas diminuem e o caos instala-se. O isolamento social, o encerramento de escolas, fábricas, cafés e restaurantes são uma necessidade e o impacto económico é inevitável perante a paralisação do país.

Numa sociedade regida por hábitos, a mais ínfima modificação pode dar lugar ao colapso. Apesar de vivermos em comunidade, vemos as nossas conquistas como sendo fundamentalmente individuais. Em alturas de crise, contudo, os instintos mais básicos do ser humano parecem despertar, voltando-se ao sentido de união primordial.

 10 de maio de 2020

Desde o dia 16 de março de 2020 que todos os portugueses ficaram confinados em sua casas devido a um maldito vírus que causou uma doença, a covid-19, e, quando saímos à rua, somos obrigados a cumprir uma série de regras, como o uso de máscara e o distanciamento social. Agora, que já quase passaram dois meses, o meu pais já saiu do estado de emergência, mas a qualquer instante podemos voltar a ele.

Portugal, tal como o resto do mundo, enfrenta um período pandémico devido à Covid-19, com milhares de pessoas infetadas e, infelizmente, outros milhares não conseguiram resistir. Uma vez que já se decretou o fim do estado de emergência, durante o qual a população era obrigada a ficar em casa, e se iniciou o período de desconfinamento, caraterizado pela existência de menos restrições, ainda que tenhamos que cumprir determinadas medidas para evitar o contágio, existem muitas pessoas que acabam por não as cumprir, achando que tudo voltou ao normal e que o vírus nunca as vai infetar.

 

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