Vestidos de branco (a maioria) e com tanta vontade de pôr “mãos à obra” que acordaram cedo num domingo, os jovens de Bragança que aderiram a este movi...
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Vestidos de branco (a maioria) e com tanta vontade de pôr “mãos à obra” que acordaram cedo num domingo, os jovens de Bragança que aderiram a este movi...
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No dia 12 de maio, foi realizada, pelas turmas A, B e C do 8º ano de escolaridade, uma atividade subordinada ao tema “Proteção e Conservação da Nature...
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A abertura oficial do ano letivo foi complementada com a já habitual cerimónia de entrega dos diplomas de conclusão do ensino secundário e de mérito ...
Read moreSe fosse vivo e se fosse possível viver tantos anos, teria feito, no dia 9 do passado mês de abril, 150 anos. Falamos de Francisco Manuel Alves, mais ...
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No dia 23 de novembro, a turma de Química de 12º ano fez uma visita de estudo aos laboratórios de engenharia mecânica da ESTIG com o objetivo de aprofundar os seus conhecimentos em relação ao novo modelo de produção industrial de moldes em impressoras 3D (três dimensões).
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O Concurso Canguru de 2019 realizou-se nas escolas do Agrupamento com uma elevada participação, já que efetuaram a prova 204 alunos.
Atualmente, a associação Canguru Matemático sem Fronteiras conta com representantes de 47 países e mais de 6 milhões de participantes em todo o mundo.
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O Departamento de Português do Agrupamento organizou mais uma edição das Olimpíadas de Português, tendo decorrido a sessão do terceiro ciclo no dia 26 de abril e a do ensino secundário no dia 10 de maio, na Biblioteca da escola, enquanto a de 2º ciclo se encontra agendada para dia 7 de junho.
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Entre os dias 12 e 16 de abril decorreu a semana da leitura, com o mote “A literatura e a ciência”, cuja abertura oficial ocorreu na Escola Augusto Moreno, com a presença da investigadora Isabel Ferreira, do Instituto Politécnico de Bragança, que satisfez a curiosidade das dezenas que alunos que se encontravam no auditório e que prepararam algumas das atividades que animaram o evento.
Após a atuação do coro da Universidade Sénior, os presentes puderam ouvir um poema dedicado à ciência e que foi oferecido à cientista presente, a interpretação de Manuel Freire sobre o poema “Lágrima de Preta”, de António Gedeão (ver caixa), que ilustra bem a íntima relação que a ciência pode estabelecer com a poesia e a música, puderam assistir à curiosidade dos alunos que surgiu na forma de questões e deliciar-se com as respostas de Isabel Ferreira, que mostraram o seu gosto pela ciência. Vejamos como os jovens viveram este dia lendo o testemunho que deixaram.
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David, Daniel e Sónia Chen são três irmãos nascidos em Portugal, de ascendência chinesa, que enriquecem a comunidade multicultural do Agrupamento Abade de Baçal, que frequentam desde o quinto ano, e a cidade que os pais escolheram habitar a partir de 2000, depois de outras experiências em Vila Real, Porto ou MIranda do Douro.
A frequentar três áreas distintas do 11º ano, Humanidades, Ciências e Artes, têm também sonhos e projetos distintos, mas que não excluem possíveis parcerias. Regressar à China não faz parte dos seus planos imediatos, mas não eliminam a possibilidade de se realizarem profissionalmente nesse país.
Para conhecer melhor a sua experiência entre duas culturas, foram convidados para uma informal conversa.
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Aluno da Escola Secundária Abade de Baçal e membro do Clube de Jornalismo, João Tiago Jacob tem 30 anos e abandonou a terra natal para prosseguir estudos na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, no curso de Engenharia Informática. Com o 3º ciclo de Estudos do Ensino Superior, mantém-se como docente e investigador pós-doutorado nessa área. Recentemente, viu reconhecidas duas importantes qualidades, a de investigador, com a distinção dada ao seu doutoramento, e a de professor, com o reconhecimento dado pelos seus alunos.
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A propósito do projeto “Parlamento dos Jovens”, a deputada Júlia Rodrigues participou numa sessão na escola que juntou os jovens que integram as listas do ensino básico e secundário deste projeto, que este ano propõe aos jovens mais novos que debatam o racismo, o preconceito e a discriminação e aos mais velhos as assimetrias entre o interior e o litoral.
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Anaísa Moreira, do 11ºA, ficou entre os 13 melhores classificados na prova nacional das Olimpíadas de Química, sendo, por isso, convidada para as sessões de preparaç...
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O Departamento de Ciências Experimentais e o Clube de Ciência e Tecnologia, em articulação com as Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escola Abade de Baçal, come...
Read moreNo dia 27 de novembro de 2015, um cientista foi à nossa escola, Colégio Sagrado Coração de Jesus. Apareceu de surpresa, não estávamos a contar e passámos a tarde a f...
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Palestra sobre Aquecimento Global A palestra surgiu no seguimento da cimeira mundial do clima, realizada em Paris, na qual se reuniram os líderes mundiais para defi...
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Decorreu no dia 25 de fevereiro de 2015 a primeira fase das competições nacionais do projeto PMate organizadas pela Universidade de Aveiro. O Departamento de Matemát...
Read moreA primeira eliminatória das Olimpíadas Portuguesas de Biologia contemplava conteúdos de 10º, 11º e 12º anos, abordados até à data da sua realização e decorreu no dia...
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No dia um de março de 2019, a partir das dez horas e vinte minutos, realizaram-se no auditório da escola secundária Abade de Baçal duas sessões d...
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No dia 26 de março, decorreu, na biblioteca da escola-sede do Agrupamento de Escolas Abade de Baçal, uma palestra dirigida pelo prestigiado escri...
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No dia 12 de maio de 2015, a Escola Secundária Abade de Baçal contou com a presença da escritora Cristina Torrão. Escritora de estilo linear e qu...
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Vinte e quatro de fevereiro foi o dia em que o emblemático escritor Tiago Patrício proporcionou a três turmas (7º, 10º e 12º anos) da Escola Secu...
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Dia da biblioteca escolar 26 de outubro “A biblioteca escolar é super! “Foi este o tema que despertou para a celebração do Mês Internacional da...
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Ana Catarina Romariz, do Agrupamento de Escolas Abade Baçal, Bragança, foi uma das premiadas no Concurso de escrita denominado “Carta a los Reyes...
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Pelo 7.º ano consecutivo, a nossa escola respondeu ao desafio lançado pelo Plano Nacional de Leitura, este ano subordinado ao tema “A Leitura e o...
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Treze jovens da Escola de Izeda conquistaram o 1º prémio no escalão do 3º ciclo, do concurso de pintura em azulejo, de âmbito nacional, promovido...
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Quorum Ballet, companhia de dança contemporânea de repertório, apresenta ao público, numa exibição estonteante, o seu carácter de intervenção, te...
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Com um nome invulgar, Capicua esteve na sala do Teatro Municipal Bragança ,no dia 12 de Fevereiro na rubrica “Noites Frias Vozes Quentes”, a apre...
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“Trovas e canções”,da autoria de Paula Carvalho e Paulo Mira Coelho, esteve presente no dia 8 de Abril na sala do Teatro Municipal de Bragança, a...
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A peça levada à cena nos dias 29 e 30 de maio, no Teatro Municipal de Bragança, foi o corolário de um processo que teve o seu início na proposta ...
Read moreLimpa Palavras Limpo palavras.Acaricio-as à noite,a palavra cama, a palavra livro.Limpo-as de dia,a palavra casaco, a palavra cão.A palavra port...
Read moreMinha pátria amada. País amado! Que em tempos foste tão forte e grandioso.Reconhecido pelos quatro cantos do Mundo, foste pioneiro em descobert...
Read moreDuas... Três... Quatro... Cinco…- Doutor Stuart, a Senhora Dolores da Madeira chegou. Mando-a entrar?- Sim, Helena. Já agora, cancela os meus com...
Read moreTudo começara numa tarde serena. Mais outra tarde de leitura de um jornal banal recheado de notícias banais que eu já tinha lido em inúmeros outr...
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A Rádio (recurso tecnológico de telecomunicações) tem servido com frequência como um instrumento de de “correção nacional”.
Essa sua função dá-se através de vários métodos, como transmissão de críticas, mensagens e entrevistas/discussões. No entanto, a rádio ganhou esse estatuto de “corretora” recorrendo principalmente ao humor, à paródia, à ridicularização. Isto, porque essas características são cativantes e porque é a rádio que nos acompanha diariamente nas nossas deslocações rotineiras.
É habitual lembrarmo-nos de personagens famosas da banda desenhada e dos filmes de animação. Nomes como Super-homem Homem-Aranha, Tintim, Ric Hochet e Geronimo Stilton são algumas dessas personagens. Mas, o que têm elas em comum para surgirem juntas e o que as trouxe a esta edição especial do jornal “Outra Presença”? O jornalismo é a profissão que as une e justifica a sua presença na edição comemorativa dos 25 anos do Outra Presença.
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As cantigas de escárnio e maldizer são provenientes da Idade Média e fazem parte do gênero literário denominado trovadoresco .Foram exaradas, assim como todos os textos populares da época, em galego-português. Estas, apesar de serem satíricas, ou seja, ambas têm a intenção de criticar alguém de forma depreciativa, distinguem-se pela maneira como são escritas. Uma faz alusão clara e direta à pessoa que critica- cantigas de maldizer- e a outra é feita de modo indireto e com uso de palavras com duplo sentido – as cantigas de escárnio.
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A obra "Os Maias" foi publicada em 1888, ano em que, curiosamente, nasceu Fernando Pessoa. Trata-se de um romance, uma vez que constitui uma narrativa de grande extensão com um número muito elevado de personagens, apresentando uma ação muito extensa que decorre em vários espaços e ao longo de várias décadas.
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Hoje em dia, a ninguém passará pela cabeça negar a importância e muito menos apagar dos curricula dos ensinos básico e secundário o estudo de obras como Memorial do Convento, de José Saramago, Os Maias, de Eça de Queiroz, ou mesmo a poesia de Fernando Pessoa. Contudo, o mesmo não se passa com outras manifestações literárias da nossa língua. Manifestações literárias essas que não são melhores, nem piores, são simplesmente diferentes, seja pelo conteúdo, seja pela forma, isto é, pela língua. Falo dos alvores da nossa literatura: a poesia trovadoresca.
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Depois de Seul, Los Angelas e Sidney, foi a vez do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança, ser o anfitrião das 4000 figuras que constituem a exposição de Zadok Ben-David, “People I saw but never met”, dispostas pelos dois pisos ocupados pela mostra, que esteve patente ao público entre 19 de junho e 20 de outubro, integrada na segunda edição do evento “Terra(s) de Sefarad - Encontros de culturas Judaico-Sefardita”, que decorreu em Bragança entre os dias 19 e 23 de Julho, depois do sucesso da primeira, em 2017.
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No mês de outubro, tivemos a oportunidade de usufruir de uma visita guiada à intensa exposição “Disruptive order” da israelita Dvora Morag, com a presença da artista, o que intensificou o clima emotivo aí presente.
A exposição retrata momentos de inquietação e tensão da infância da própria artista, decorrentes dos relatos dos pais polacos que viveram o drama dos campos de concentração de Auschwitz, durante o holocausto e da guerra de Israel da qual Dvora se recorda, acontecimentos que a terão profundamente marcado e influenciado esta obra. No entanto, as referências para qual cada elemento aponta não se esgotam nestes acontecimentos, antes se projetam na própria história da humanidade feita constantemente de momentos de tensão que alternam com os de encontro e harmonia.
Assim, tendo a exposição vários focos de inspiração, há uma multiplicidade de significados patente em cada elemento presente no museu. É, por isso, dada uma grande importância à interpretação pessoal de cada pessoa, tendo sido da preocupação da artista não explicar diretamente o significado das peças ao público, mas levá-lo a sentir.
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Rafael Bordalo Pinheiro revelou não se importar com o facto de poder vir a ser censurado e sempre desenvolveu as suas obras de maneira muito expressiva nesse sentido. Parte do seu trabalho está exposta no Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, e continua, ainda, hoje a ser tema de conversa pela intensidade das suas críticas.
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No dia 6 de março, no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, foi-nos apresentada a exposição “Ritos da Memória”, comemorativa dos 40 anos de carreira da autora da exposição, Graça Morais. Através desta exposição, tivemos mais uma vez contacto com a importância que a pintora dá à mulher nas suas obras. E não é uma mulher qualquer, é a mulher que ela conhece e desde sempre e que pretende homenagear, uma mulher peculiar e distinta das outras, a mulher transmontana.
Read moreA curiosidade, instinto de complexidade infinita, leva por um lado a escutar às portas e por outro a descobrir a América; mas estes dois impulsos, tão diferentes em dignidade e resultados, brotam ambos de um fundo intrinsecamente precioso, a atividade do espírito. (Eça de Queirós)
Anaísa Moreira, 12ºA
O ano letivo começou com uma mudança: em vez dos habituais noventa minutos de cada aula, o tempo regulamentar passou a ser de apenas cinquenta. Mas será que esta alteração é vantajosa para os alunos?
Com efeito, verifica-se que a implementação das lições com duração de cinquenta minutos implica a diminuição do número de horas de trabalho no período da manhã. Como tal, as restantes aulas são lecionadas à tarde, o que faz com que os alunos tenham de ficar mais tempo na escola. Comparando os novos horários com os do ano passado, podemos confirmar que há uma diminuição de cerca de trinta minutos no tempo de estudo matutino. Assim, sucede que os alunos dispõem de menos tardes livres, fazendo com que tenham menos horas disponíveis para se dedicarem a outras atividades.
Deste modo, limita-se a proficuidade das horas da manhã. Afinal, é durante este período que é mais fácil aprender, pelo que se deve aproveitar o tempo disponível, da melhor maneira possível. Veja-se um estudo publicado na edição Ciência da National Geographic, que prova que o início do dia constitui o melhor momento para aprender. Por exemplo, o estado de vigília alto ocorre por volta das dez horas e o pico de capacidade intelectual dá-se ao meio-dia.
Assim sendo, a existência de mais intervalos poderia fazer com que os alunos tivessem mais tempo de descanso, evitando rotinas cansativas. Contudo, os alunos fruem pouco destes momentos, devido à sua curta duração. A maioria das pausas são de dez minutos, o que traz constrangimentos para os estudantes. Em tão curto espaço de tempo, é difícil usufruir do bar ou da reprografia, bem como de qualquer outro espaço escolar. Muitas vezes apenas há a oportunidade de se deslocar até esses locais, mas devido à espera e ao pouco tempo disponível, revela-se impossível aceder ao que necessitávamos, apesar do esforço dos funcionários.
Para além disso, intervalos tão recorrentes constituem muitas vezes um fator de distração e de interrupção da tarefa em curso. Considere-se um estudo da Universidade da Califórnia, que demonstrou que após uma pausa no trabalho se demora cerca de vinte e cinco minutos para voltar a estar concentrado no mesmo. Facilmente se infere que em aulas de cinquenta minutos o tempo produtivo fica muito reduzido.
Efetivamente, as pausas tão comuns no horário escolar encerram uma outra problemática, quando consideramos os momentos de avaliação e a sua importância na preparação para o futuro dos alunos. Considerando que os exames nacionais têm uma duração entre noventa e cento e cinquenta minutos (sem considerar a tolerância), os estudantes devem estar habituados a provas extensas. Assim, o facto de as aulas serem mais curtas dificulta essa preparação. Caso os professores consigam fazer os seus testes com a duração da prova final, o raciocínio dos alunos é frequentemente interrompido com o barulho dos minutos de intervalo.
Concluindo, a nova duração das aulas trouxe consigo algumas desvantagens para os alunos, desde dias mais longos na escola a lições menos produtivas.
Sara Azevedo, 12ºB
No presente ano letivo, os horários escolares da escola Abade Baçal sofreram uma alteração. Assim, os alunos passaram a ter aulas de 50 minutos em vez das de 90, que correspondiam a dois blocos de 45m sem intervalo. Na minha opinião, esta mudança foi bastante benéfica para os alunos.
Por um lado, aumentou o número de intervalos entre as aulas possibilitando, portanto, mais tempo livre aos alunos, o qual é essencial para o bem-estar tanto físico como psicológico destes. Com efeito, os alunos passaram a ter mais tempo para descontrair, para conviver com os colegas fora do contexto de sala de aula e até para comerem. Isto trouxe uma melhoria, pois permitiu diminuir as filas no bar e, por isso, reduzir o tempo que os alunos perdiam nestas, o que faz com que estes não corressem o risco de chegar atrasados às aulas quando querem lanchar. Desta forma, foi possível aumentar a produtividade do tempo do intervalo, ao mesmo tempo que se possibilitou um melhor atendimento a cada aluno.
Por outro lado, as aulas de 50+50 minutos com intervalo entre elas tornam-se muito mais leves do que os dois blocos de 45 minutos juntos. Isto potencia, a meu ver, a aprendizagem, uma vez que esta se torna menos densa e cansativa tanto para os alunos como para os professores. Além disso, como o período da aula é menor é mais fácil os alunos ficarem concentrados durante a maior parte do tempo desta do que quando eram 90 minutos seguidos. Assim sendo, aprender e manter o foco nas aulas torna-se muito mais fácil, o que influencia pela positiva o rendimento escolar de cada um. O tempo de atenção tem sido estudado ao longo do tempo e ainda não existem estudos que contradigam os resultados obtidos em 1996 por dois professores da Universidade de Indiana, Joan Middendorf and Alan Kalish, publicados na revista científica “National Teaching & Learning Forum”, segundo os quais se refere que por muito bom que seja o docente, a atenção dos alunos quebra após 20 minutos de aula, o que torna saudável um intervalo, e que os períodos de atenção diminuem ao longo do resto da aula. É fácil ver que, no final de uma aula de 90 minutos, os alunos já só teriam um período de 5 minutos de atenção, o que significa que parte da aprendizagem se terá perdido. Este pressuposto está na base da Khan Academy, cujo mentor é Samuel Khan, e cujo sucesso é inquestionável no mundo inteiro.
Portanto, tal como Francisco Mora, especialista em neuroeducação, afirmou numa entrevista em 2017, ao jornal espanhol El País, a educação deve ser transformada para tornar a aprendizagem mais eficaz, e ele sugere que uma das mudanças seja, por exemplo, a diminuição do tempo das aulas para menos de 50 minutos para que os alunos sejam capazes de manter a atenção.
Embora muitos defendam que os blocos maiores permitem uma abordagem mais eficiente dos conteúdos das disciplinas, os estudos realizados nesta área provam que a eficácia da aprendizagem se relaciona mais com o modo como as aulas são organizadas do que com a sua duração, como defende Andrew Watson, autor do livro, “Learning Begins: The Science of Working Memory and Attention for the Classroom Teacher.”
Por fim, considero que esta alteração pode ajudar a reduzir os problemas de indisciplina existentes em algumas turmas, já que o aborrecimento e o cansaço que levaria os alunos a terem comportamentos errados são menores nas aulas mais curtas do que nas mais longas e, consequentemente, mais fáceis de controlar.
Em suma, acho que a mudança da duração dos blocos de aulas para 50 minutos foi uma medida muito vantajosa que parece agradar à maior parte dos intervenientes.
Com apenas 51 votos de diferença, 218 contra 167, a associação de estudantes do Agrupamento de Escolas Abade de Baçal vai pertencer à lista P, presidida pela aluna Maria Carolina Amado e vice-presidida por Emanuel Samões e Bárbara Martins.
No âmbito do Projeto Erasmus+, Restore4U, que teve início no transato ano letivo, decorreu a terceira e penúltima mobilidade – a primeira teve lugar em Bragança e a segunda em Ioannina, na Grécia – a Fuenlabrada, Espanha. Assim, doze alunos do terceiro ciclo de várias turmas acompanhados por quatro professoras, Ana Isabel Oliveira, Carla Gonçalves, Maria da Luz e Teresa Nunes, rumaram, em autocarro, a Madrid, no domingo, 20 de outubro. Tal como nas mobilidades anteriores, os alunos ficaram hospedados em casa de famílias espanholas.