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O Centro de Ciência Viva de Bragança foi fundado no dia 30 de junho de 2007, no local onde, durante a Primeira Guerra Mundial, esteve instalada uma central hidroelétrica. A coordená-lo está Ivone Fachada com quem o Outra Presença esteve à conversa sobre a coordenadora, o centro e a ciência.

Com apenas 51 votos de diferença, 218 contra 167, a associação de estudantes do Agrupamento de Escolas Abade de Baçal vai pertencer à lista P, presidida pela aluna Maria Carolina Amado e vice-presidida por Emanuel Samões e Bárbara Martins.

A lista P, ou “Família P”, como gosta de ser tratada, venceu as eleições e tornou-se a Associação dos Estudantes da ESAB no ano 2015/2016. O Outra Presença quis conhecer melhor estes jovens que encabeçaram um projeto e o tornaram um sucesso eleitoral. À conversa com o OP estiveram o João Silva, presidente, a Mariana Pereira, vice-presidente, o João Trigo, e o Pedro Pacheco.

No dia 8 de Novembro, Pedro Abrunhosa fez o público presente no Teatro Municipal de Bragança vibrar durante cerca de 3 mágicas horas. Incansável, depois de uma sessão de autógrafos, recebeu no seu camarim o grupo do Outra Presença.

David, Daniel e Sónia Chen são três irmãos nascidos em Portugal, de ascendência chinesa, que enriquecem a comunidade multicultural do Agrupamento Abade de Baçal, que frequentam desde o quinto ano, e a cidade que os pais escolheram habitar a partir de 2000, depois de outras experiências em Vila Real, Porto ou MIranda do Douro.

A frequentar três áreas distintas do 11º ano, Humanidades, Ciências e Artes, têm também sonhos e projetos distintos, mas que não excluem possíveis parcerias. Regressar à China não faz parte dos seus planos imediatos, mas não eliminam a possibilidade de se realizarem profissionalmente nesse país.

Para conhecer melhor a sua experiência entre duas culturas, foram convidados para uma informal conversa.

Em que consiste a propagação in vitro?
R.: Consiste em manter, num ambiente estéril e controlado, plantas, de maneira a otimizar a produção, quer seja de biomassa, quer de compostos secundários (usados em farmacologia, cosmética e biotecnologias).

Porquê o nome Ana Bola?
Ana Bola - Porque eu era muito redonda, ainda sou, mas, quando era pequenina, notava-se mais. Então puseram-me essa alcunha na escola (risos).

Nesta peça existe uma “Peça dentro da Peça”. Que situações retrata e espelham a realidade do teatro?
Ana Bola - Isto é uma caricatura daquilo que se passa nos ensaios das peças de teatro, mas não é uma caricatura assim tão longe da realidade, porque de facto há actores que se detestam e insultam. Há também actores que vão para os teatros ou televisão porque são filhos do produtor ou sobrinhos do administrador. Portanto, isto parece mais ficção do que aquilo que é, pois às vezes as coisas não são assim tão diferentes.

Vítor de Sousa - é muito difícil encontrar uma companhia com tão maus actores (risos).

Ana Bola - Mas há cada companhia de “canastrões”.

Aluno da Escola Secundária Abade de Baçal e membro do Clube de Jornalismo, João Tiago Jacob tem 30 anos e abandonou a terra natal para prosseguir estudos na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, no curso de Engenharia Informática. Com o 3º ciclo de Estudos do Ensino Superior, mantém-se como docente e investigador pós-doutorado nessa área. Recentemente, viu reconhecidas duas importantes qualidades, a de investigador, com a distinção dada ao seu doutoramento, e a de professor, com o reconhecimento dado pelos seus alunos.

No âmbito da sexta edição do festival Plast&Cine, a companhia de Teatro de Garagem mergulha novamente no universo transmontano numa viagem sobre os ciclos temáticos das obras da artista Graça Morais. Com o título “ Graça. Suite teatral em três movimentos”, o espetáculo surge como uma homenagem à vida e obra da pintora, debruçando-se sobre as suas notas e apontamentos.

Helena Genésio, nascida em Bragança há 53 anos, foi professora no Instituto Politécnico de Bragança, onde leccionou as disciplinas de Literatura Portuguesa, Literatura para a Infância e Juventude, Literatura Dramática, Literaturas e Culturas Africanas de Expressão Portuguesa. Fundou o Teatro de Estudantes de Bragança, que presenteou os brigantinos, entre os anos de 1990 e 2008 com diversas peças.

A propósito do projeto “Parlamento dos Jovens”, a deputada Júlia Rodrigues participou numa sessão na escola que juntou os jovens que integram as listas do ensino básico e secundário deste projeto, que este ano propõe aos jovens mais novos que debatam o racismo, o preconceito e a discriminação e aos mais velhos as assimetrias entre o interior e o litoral. 

Joana Gonçalves é brigantina e foi aluna desta escola até optar pelo curso de Artes e mudar para a Emídio Garcia. Ainda assim, continuou a frequentar o Clube de Jornalismo e era visita assídua na biblioteca. Enveredou pela arquitetura e a sua Dissertação de Mestrado “Tradição em Continuidade: Levantamento das Quintas da Terra Fria Transmontana e Contributos para a Sustentabilidade”, foi distinguida com o Prémio Ibérico de Investigação da Arquitectura Tradicional. O Outra Presença não podia, portanto, deixar de conversar com ela.

 

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