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Dezembro de 2019

 

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(Re)leituras

A curiosidade, instinto de complexidade infinita, leva por um lado a escutar às portas e por outro a descobrir a América; mas estes dois impulsos, tão diferentes em dignidade e resultados, brotam ambos de um fundo intrinsecamente precioso, a atividade do espírito. (Eça de Queirós)

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Bragança, 9 de maio de 2020

 Há já alguns anos que o mundo parou. Assim o percebo, o tempo, esse elástico personagem que contrai e estica indefinidamente na cabeça de cada um. Há também alguns anos que o mundo é feito de vidro, se bem que a barreira é facilmente ultrapassável pela simples vontade de respirar um ar menos abafado.

Atualmente, o mundo enfrenta uma situação complicada que requer a atenção de todos nós, pois só se irá resolver se nos unirmos todos e, assim, enfrentarmos o perigo. É do coronavírus que falo, um vírus facilmente transmissível e perigoso. Este vírus gerou um forte impacto na sociedade, pois os receios aumentam, as expectativas diminuem e o caos instala-se. O isolamento social, o encerramento de escolas, fábricas, cafés e restaurantes são uma necessidade e o impacto económico é inevitável perante a paralisação do país.

Portugal, tal como o resto do mundo, enfrenta um período pandémico devido à Covid-19, com milhares de pessoas infetadas e, infelizmente, outros milhares não conseguiram resistir. Uma vez que já se decretou o fim do estado de emergência, durante o qual a população era obrigada a ficar em casa, e se iniciou o período de desconfinamento, caraterizado pela existência de menos restrições, ainda que tenhamos que cumprir determinadas medidas para evitar o contágio, existem muitas pessoas que acabam por não as cumprir, achando que tudo voltou ao normal e que o vírus nunca as vai infetar.

 

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